sexta-feira, 22 de junho de 2012

Cargas Q.R.A Jao G. UND ---- 002

CARGA 3 Concluída

Origem:Ribeirão Preto - Fazenda
Carga:Frutas Truck
Destino:Santos - Citrosucos

CARGA 4

Origem:Santos - Bünge
Carga:Trigo a Granel Truck
Destino:Ribeirão Preto - Cargill

CARGA 5

Origem:Ribeirão Preto - Café do Bom
Carga:Truck de Café
Destino:Brasilia - Mercado do Paulo

CARGA 6

Origem: Brasilia - Wall Mart
Carga:Lixo Reciclavem Truck
Destino:Belem Web Resol

Depois das 5 cargas entregadas voce tera 2 dia de folga.
Caso queria trabalhar na sua folga avise-me.

Tirar foto pegando a carga e entregando.
Relatorio da Viagem para: q.r.a.wellingtonrs@hotmail.com
Forma de enviar : AQUI

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Cargas Q.R.A Jao G. UND ---- 02

CARGA 1 Concluída

Origem:Araraquara - Café do Bom
Carga:Bitrem de Café
Destino:Vitória da Conquista - Mercado do Paulo

CARGA 2 Concluída

Origem:Vitória da Conquista - Fazenda
Carga:Rodotrem de Cana
Destino:Ribeirão Preto - Usina de Alcool


Depois das 5 cargas entregadas voce tera 2 dia de folga.
Caso queria trabalhar na sua folga avise-me.

Tirar foto pegando a carga e entregando.
Relatorio da Viagem para: q.r.a.wellingtonrs@hotmail.com
Forma de enviar : AQUI

terça-feira, 8 de maio de 2012

Receio de falta de novo diesel derruba a venda de caminhões

A entrada em vigor do novo diesel S50 (Euro V) derrubou as estimativas de vendas de caminhões para 2012. Para duas das maiores marcas brasileiras (MAN e Mercedes-Benz), a queda será de 15% a 18% em relação ao ano passado, quando foram comercializadas 172.660 unidades.
Segundo os presidentes das empresas, o reajuste nos preços dos caminhões e o receio de não encontrar o novo combustível nos postos afastaram os compradores.
O diesel S50 é menos poluente por lançar menos enxofre na atmosfera. Desde 1º de janeiro, os fabricantes de caminhões só produzem os veículos com a nova tecnologia. Porém, ainda podem ser encontrados caminhões com diesel S5000 em revendedoras do país.
“O frotista não vai comprar um caminhão novo sabendo que lá no Amazonas o S50 ainda não está disponível. Então ele adia a compra”, disse o presidente da MAN América Latina, Roberto Cortes.
Dados da Fenabrave (distribuidores de veículos) apontam queda de 9,19%, para 48.063 unidades, nas vendas de caminhões no primeiro quadrimestre em relação ao mesmo período de 2011.
Fonte:Blog do Caminhoneiro

Planta Exemplar

Fábrica é uma das mais modernas do mundo
Inaugurada oficialmente no início de maio, a nova fábrica de caminhões Mercedes-Benz no Brasil, em Juiz de Fora, MG, está em operação desde janeiro. “Com investimento de R$ 450 milhões, a nova unidade foi transformada e preparada para a produção de caminhões Accelo e Actros num tempo recorde de 18 meses”, afirma Jürgen Ziegler, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO para a América Latina.
Enfatizando diferenças com a concorrente MAN, que anunciou o TGX nacional em etapas, a Mercedes-Benz começou de uma vez só com a produção de todos os modelos Actros que vinham importados, nas configurações 6x2, 6x4 e 8x4. E ainda acena com a oferta de um 4x2 para muito em breve. A estratégia vem dar suporte ao objetivo de acelerar rapidamente a produção da planta, que começa com uma previsão para 12 mil unidades no primeiro ano, sendo 9 mil Accelo e 3 mil Actros. Daqui a dois anos, a soma deve saltar para 20 mil unidades/ano, atingindo-se a capacidade instalada hoje de 50 mil unidades em 2020, explica Ziegler. O crescimento da produção do Actros está estruturado em cima da exploração de nichos e o consequente aumento da oferta de modelos, o que deve ocorrer rapidamente.
A nova planta de Juiz de Fora é apresentada como uma síntese do que há de mais moderno e inovador em termos de produção de caminhões, tanto do Grupo Daimler, como de outras indústrias do setor. Mais do que revolucionária, a proposta da planta é ser eficiente. “Diversos benchmarkings e kaizens foram realizados para identificar os melhores métodos relacionados especialmente à fabricação e à logística”, afirma Ronald Linsmayer, vice-presidente & Chief Operational Officer da área de Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil. “Chegamos a uma configuração de alta produtividade e flexibilidade.”
A fabricação de dois produtos completamente distintos numa mesma linha de montagem, o caminhão leve Accelo e o extrapesado Actros, foi definida por uma questão de racionalidade. Considerando as características da planta de São Bernardo, transferir a produção da linha leve Accelo era a decisão mais simples e rápida de ser implementada, explica André Luiz Moreira, diretor de Produção de Caminhões.
O conceito da planta é mesmo uma antítese do Consórcio Modular mantido pela MAN em Resende, RJ. Atividades essenciais, como produção e controle da qualidade, são consideradas core business, ficando a cargo de pessoal interno, em ação que representa a visão da companhia sobre como assegurar o elevado padrão mundial de qualidade dos seus caminhões. “Outras atividades, executadas por terceiros, contam com nosso planejamento, garantindo a qualidade necessária”, explica Linsmayer.
Além disso, todos os procedimentos foram estudados e avaliados de forma a garantir a eficácia do sistema corporativo de gestão integrada. Os processos escolhidos têm como premissa a sustentabilidade. Conceitos como Kan-ban, Just-in-sequence, One-piece-flow e Lean Manufacturing (Produção Enxuta) foram combinados de forma que não há na unidade estoque ou desperdício ao longo do processo fabril. Outra avançada medida derivada dos benchmarkings é a criação dos Portais da Qualidade. Ao longo de toda a linha de montagem, 37 estações de verificação e autocontrole asseguram a qualidade em cada etapa do processo de produção. A montagem de cabine, especificamente, possui 65 estações. Na unidade, toda revisão, inclusive a final, é feita sobre a linha de montagem.
Foi estabelecido na planta um "parque industrial de fornecedores" – o I-Park, área na qual estão sediadas empresas provedoras de componentes e submontagens. Este conceito possibilita aperfeiçoar a entrega de diferentes conjuntos, em forma de kits, diretamente na linha de montagem, seguindo o conceito just-in-sequence. As empresas Maxion, Randon e Seeber já estão instaladas e operam suas fábricas, na maior parte da área disponível. No local, são montados longarinas e subsistemas, bem como pintadas as partes plásticas de peças, entre outras atividades. A mais recente integrante desse parque é a Grammer, fornecedora de bancos para os caminhões.
Flexibilidade nos processos - Um diferencial e característica marcante da planta de Juiz de Fora é a flexibilidade. De forma inédita, a fábrica não tem em sua produção linhas de arraste. Durante o processo de montagem, os veículos são transportados por aproximadamente 40 unidades de AGVs – Auto Guided Vehicles – veículos autoguiados. O uso de AGVs, que se movem sobre vias indutivas, dispensa a necessidade de estrutura fixa de linha de arraste na linha de montagem, bem como as fundações e estrutura de piso necessárias para este conceito. Embora a solução seja pioneira em termos de Brasil, o sistema de AGVs já é utilizado há quase 30 anos no exterior.
Em Juiz de Fora, a Mercedes-Benz produz os caminhões leves Accelo, projeto totalmente brasileiro, e também os extrapesados Actros, top de linha da marca em tecnologia, segurança e conforto. São 176.000 metros quadrados de área útil numa área total de 2.800.000 metros quadrados, ocupados por 900 colaboradores. Também de forma inédita, a Mercedes-Benz do Brasil produz no país um caminhão com tração 8x4, o Actros 4844 para uso em operações off-road de mineração e construção.
A nova unidade trabalha em sinergia de planejamento com a planta de São Bernardo do Campo, que produz os caminhões Atego, Atron e Axor, além de chassis de ônibus e agregados. É de lá que chegam todos os agregados. Ambas as plantas estão integradas ao mesmo sistema de produção de veículos comerciais Mercedes-Benz no mundo. Entretanto, apesar da modernidade, Juiz de Fora tem muito pouco a oferecer a São Bernardo, por conta da diferença nos conceitos logísticos. Quando muito, pode contribuir com soluções específicas de processo em algumas das estações de trabalho.
No segundo semestre começam os testes da unidade de montagem bruta e pintura, que começará a operar para valer em 2013. Isso é fundamental para que se cumpram os objetivos de crescente nacionalização na produção do Actros. A linha começou com 52%, passa a 64% em 2013 e a 72% em 2014.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Coteminas é o maior frotista de Actros no Brasil


A Mercedes-Benz aproveitou a cerimônia de reinauguração de sua fábrica de Juiz de Fora (MG) para apresentar o maior cliente do produto mais caro montado em Minas Gerais, o caminhão pesado Actros – que por enquanto chega desmontado da Alemanha e será gradativamente nacionalizado ao longo dos dois próximos anos. Com a compra de 86 unidades Euro 5 do modelo, a Coteminas (maior tecelagem do País) torna-se o maior frotista de Actros no Brasil. Segundo Pedro Garcia Bastos Neto, vice-presidente industrial da Coteminas, as negociações de compra começaram em março e boa parte será paga à vista. Cada Actros tem preço sugerido em torno de R$ 460 mil e não pode ser financiado pelo Finame, que desde abril tem taxa de 7,7% ao ano, porque a linha do BNDES só é oferecida para aquisição de caminhões com no mínimo 60% de índice de nacionalização (em peso e valor). “Não precisamos esperar pelas medidas do governo”, informou Bastos Neto, que também não usará o plano especial criado para o Actros pelo Banco Mercedes-Benz.
Os 86 Actros vão ampliar a frota própria de 100 caminhões rodoviários da Coteminas. Os veículos são usados para transporte de insumos (principalmente algodão) e trocas de materiais entre as cinco fábricas do grupo, e carregamentos das unidades de produção para os centros de distribuição espalhados pelo País. “Descobrimos que dominar a logística é algo essencial para o nosso negócio, porque também estamos atuando no varejo e precisamos distribuir os produtos por todos os Estados”, explicou Bastos Neto.
A Coteminas já manifestou intenção de comprar mais 44 Actros nos próximos meses. Segundo Bastos Neto, agora tudo é questão de negociação de preço. “Já pedimos a noiva em casamento, agora vamos ver se ela vai aceitar”, brincou o executivo. Como ficaram de 8% a 15% mais caros os caminhões Euro 5, que atendem à legislação de emissões Proconve P7 em vigor desde janeiro, quase todos os frotistas estão impondo duras negociações para obter descontos antes comprar esses veículos.
Fonte: Automotive Business

Argentina começa produção da nova Sprinter

Sprinter Euro V fabricada na Argentina 
A Mercedes-Benz Argentina anunciou o início da produção da nova geração dos veículos comerciais leves Sprinter, no Centro Industrial Juan Manuel Fangio, próximo a Buenos Aires. O início de vendas do novo modelo no mercado brasileiro está previsto para este mês de maio. Em mais de 60 anos de atividades, a Mercedes-Benz Argentina produziu mais de 200.000 unidades do Sprinter em Buenos Aires.
O Sprinter é parte essencial da gama de produtos da Mercedes-Benz Argentina, maior fabricante de veículos comerciais do país vizinho, sendo um importante polo de absorção de mão de obra. Os mais de 1.800 funcionários da unidade também produzem chassis para ônibus urbanos e caminhões.
Fonte:Transpooline
 

sábado, 5 de maio de 2012

O Blog Mais Ativo

Olá,
Como vocês ja podem ter visto agora temos tambem noticias de Caminhões e
Caminhoneiros.
Então venho aqui perguntar a vocês.
 
Se acham que nós deveriamos continuar postando éssas noticias e novidades.
ou
Não, ja existem sites demais sobre noticias e novidades.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...